
É com grande satisfação que a Açominas lança este manual, primeiro de uma série de guias práticos destinados a arquitetos, engenheiros, fabricantes de estruturas, construtores e outros profissionais do segmento da construção metálica, com o objetivo de tornar mais fácil e eficiente o processo de elaboração e execução de projetos.
Os diversos sistemas de fechamento e a interface com os Perfis Estruturais Laminados Açominas são tratados neste manual de forma objetiva.
A abordagem do assunto é feita através de exemplos práticos das situações mais freqüentes, demonstrando-se para cada caso as soluções mais rápidas e econômicas.
É parte do processo de dimensionamento e detalhamento considerar as condições particulares de cada obra e atender às prescrições normativas vigentes. Este trabalho requer a participação de um profissional qualificado e com experiência específica comprovada.
As vedações, principalmente externas, são projetadas para resistir aos esforços horizontais oriundos da ação do vento e outras ações relevantes.
Os elementos metálicos de ligação (conectores) devem ser produzidos em aço galvanizado ou em material resistente à corrosão atmosférica e galvânica.
Sempre que for empregada solda de campo, esta deve ser realizada por profissional qualificado e inspecionada dentro dos padrões normativos.
A aplicação de material selante nas juntas externas precisa seguir rigorosamente as prescrições dos fornecedores e suportar a ação dos raios ultra-violetas (mastique poliuterânico ou silicone neutro, por exemplo).
A escolha do tipo de vedação a ser projetada necessita ser cuidadosamente avaliada e precedida do estudo das características de cada sistema ou processo e de uma verificação da disponibilidade de mercado.*
* Consulte lista de fornecedores no site: www.acominas.com.br/perfis
É o sistema com maior grau de industrialização, mas que tem no transporte tanto horizontal quanto vertical o seu ponto fraco.
Quando necessário podem substituir os contraventamentos metálicos externos, bastando que sejam corretamente projetados para tal situação.
O "dry wall" é o sistema interno mais comum.
As placas internas são geralmente de gesso acartonado e as externas em material cimentício, resistente a umidade. Neste último caso necessitam de isolamento térmico adicional (manta de lã de rocha ou vidro) aplicado no vazio interno, sendo as instalações, facilmente posicionadas no vazio entre as placas.
Utilizam-se duas cantoneiras paralelas ou um perfil "U", gerando sistema de encaixe da alvenaria que impede apenas movimentos transversais ao seu plano. Na junção entre a parede e o sistema de fixação formam-se juntas de movimento, incorporadas ao acabamento final.
É um sistema com alto grau de confiabilidade que reduz significativamente o nível de patologias.
Nas ligações alvenaria-estrutura são empregadas barras de aço tipo estribo, denominadas ferros-cabelo, soldados à estrutura. Preferencialmente, devem ser empregados segmentos de telas eletrossoldadas, galvanizadas.
Este tipo de parede trabalha em conjunto com a estrutura, aumentando sua rigidez. Em casos especiais podem ser eliminados os elementos de contraventamento metálico (diagonais), transferindo os esforços para estas paredes.
Devem ser consideradas como elementos estruturais e devidamente dimensionadas conforme a Teoria das Diagonais Equivalentes.
Podem ser empregadas formas de aço que funcionam como armaduras incorporadas, denominadas "steel-deck", possibilitando alta produtividade e segurança.
Devem ser executadas por profissional qualificado, seguindo rigorosamente as recomendações do fabricante do selante e o material empregado deve resistir às condições climáticas.