O arquiteto procurou aliar o conforto de uma casa à praticidade de uma edificação vertical. Após uma análise das tipologias de habitação urbana, detectou os principais problemas e resolveu criar uma tipologia inusitada de habitação com o objetivo de resgatar a qualidade de vida e as condições ambientais favoráveis em uma residência.
Esses conceitos foram associados e a implantação ocorreu em um espaço verticalizado, sendo o sistema bastante pertinente e atual.
Partindo de um bloco cuja massa foi em parte deslocada e seccionada, concebeu-se o formato final, com vazios por onde passam ventilação e iluminação natural, com estruturas em balanço de até 18 metros.
Esse formato pretende devolver a qualidade de vida aos moradores, ao mesmo tempo em que quebra a aridez e a monotonia de grandes edifícios. Sendo o aço uma grande tendência em países desenvolvidos, pela facilidade de execução e proporcionando obras mais limpas, mostrou-se mais adequado ao projeto. E também porque os balanços de 18 metros só conseguiriam ser vencidos com o uso da estrutura metálica.
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Premiado: Ricardo Gazalle Ferretti
Orientador: Claudionor Beatrrici / PUC - PR