A tragédia ocorrida no Chile no último dia 27 que abalou as estruturas físicas e econômicas do país, matando cerca de 800 pessoas, deixou cidades inteiras destruídas.
De acordo com informações das Agências Internacionais, cerca de 70% das 2.338 edificações analisadas até o momento na região metropolitana devem ser esvaziadas por danos causados pelo terremoto.
Com estes tristes dados, o setor siderúrgico brasileiro, um dos maiores exportadores para os países da América Latina, se prepara para atender a demanda do país.
De acordo com o vice-presidente executivo do Instituto Aço Brasil - IABr, Marco Polo de Mello Lopes, o Brasil já tem condições de fornecer materiais siderúrgicos para o Chile.
Durante a crise econômica o Brasil desligou seis de um total de quatorze altos-fornos disponíveis, porém, com o aumento da demanda por aço, sete deles já foram religados, faltando somente o alto-forno da ArcelorMittal.
Com a normalização do funcionamento dos fornos, o Brasil poderá retornar à exportação de 40% do que é produzido no mercado nacional, inclusive fornecendo e auxiliando o Chile na reconstrução do país.
O Brasil exporta estes 40% do aço para cerca de cem países, mas a América Latina é sua prioridade.
Infomet
Publicação: 09/03/2010