Desde a concepção do projeto, ficou claro que o Centro Empresarial Senado (CES) seria um empreendimento ousado e de grande destaque, não só no cenário carioca, mas também no mundo inteiro.
A começar porque o edifício será o maior complexo corporativo em aço da América Latina, dividido em quatro torres com alturas diferentes, unidas duas a duas, formando dois edifícios. Somando um total de 185 mil metros quadrados e pouco mais de 95 mil metros quadrados de área locável, ele também contará com 1.705 vagas para automóveis, distribuídas em cinco subsolos, num dos locais mais saturados da cidade.
Localizado no quadrilátero formado pelas ruas Henrique Valadares, Rua dos Inválidos, Rua do Senado e Travessa Dídimo, o CES tem o projeto arquitetônico assinado por Edo Rocha, do escritório Edo Rocha Espaços Corporativos, com paisagismo de Burle Marx. É um empreendimento idealizado pela WTorre Engenharia e tem a Brasgips como fornecedora de mão-de-obra, perfis e materiais para construção a seco, como o Drywall.
Depois de pronto, o edifício terá como principal inquilina a Petrobras (inicialmente por um período de 18 anos) e conviverá com uma vizinhança onde estão os Arcos da Lapa, importante ponto turístico da cidade, e uma longa história cultural do centro do Rio de Janeiro, entre os casarões e antiquários, que mantém vivas as lembranças do passado colonial brasileiro.
Além da estrutura em aço, que oferece padronização da construção, menor desperdício de materiais, rapidez na execução da obra e menor impacto no entorno, o edifício está sendo equipado com tecnologias sustentáveis de última geração, como sistema de ar condicionado pelo piso, reaproveitamento de água, programas de eficiência energética e elevadores capazes de gerar energia durante a descida.

A obra está em processo de certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), concedido pelo USGBC (U.S. Green Building Council).
Pensando além da sustentabilidade, o empreendimento também prioriza a questão das enchentes, da iluminação pública e da arborização local. Melhorando a qualidade de vida das áreas vizinhas e de seus usuários, valorizando o patrimônio artístico cultural do Centro do Rio de Janeiro.
Atualmente, alguns pavimentos internos da obra já entraram na fase de acabamentos. Neste estágio, um dos materiais mais utilizados no empreendimento é o Drywall. Para o Centro Empresarial Senado, a Brasgips conta que já forneceu aproximadamente 86 mil m2 de drywall para forros e 15 mil m2 para paredes. Além de 80 mil m2 de forro mineral.
O drywall, ou gesso acartonado, já é mundialmente utilizado na composição de ambientes internos, substituindo a alvenaria tradicional. O sistema vem mudando o conceito de paredes e o processo da construção civil, justamente por ser um sistema limpo, rápido, econômico e racional, minimizando o impacto ao meio ambiente. Para Priscilla Nunes, coordenadora de marketing da Brasgips, "o sistema virou aposta das construtoras não só pela rapidez na execução mas também pela economia, algumas empresas registram cerca de 6% de economia no custo final dos empreendimentos."


Alexandra Fiqueiredo, supervisora de obras da Brasgips, destaca a atuação da mão de obra neste empreendimento. "No Centro Empresarial Senado, contamos com 30 profissionais instaladores de paredes e forros. Para se ter noção da rapidez na execução da obra, cada dois profissionais conseguem instalar em média 30 m2 de parede em drywall por dia. Quando na alvenaria esta mesma metragem, por exemplo, levaria cerca de uma semana para ficar pronta", comenta Alexandra.
A obra segue a passos largos e tem previsão de entrega para outubro de 2012. Com certeza o business carioca está ansioso por mais esta maravilha.
Brasgips / Grandes Construções
Publicação: 06/07/2011