Maior fabricante brasileira de fixadores, a Ciser Parafusos e Porcas, de Joinville, foi a principal patrocinadora da Fastener Fair Brasil, primeira edição nacional de tradicional feira de negócios europeia. Durante o evento, que terminou nesta quarta, em São Paulo, a empresa aproveitou para promover a recém-lançada Rede Ciser, programa de capacitação virtual voltado para profissionais de revendas, aplicação e especificadores. O programa motiva os participantes a interagir com a marca e acumular pontos que podem se converter em prêmios, como aparelhos de GPS e notebooks. Em pouco mais de um mês, já computou quase 3 mil inscrições e, até o fim do ano, o objetivo é chegar a 5 mil.
Fabricantes de fixadores e fornecedores de matérias-primas – como aço e revestimentos superficiais – se reuniram na Fastener Fair, que estreiou no país apostando no alto padrão da indústria nacional. Cerca de 160 expositores exibiram as mais recentes novidades e participam de palestras técnicas e comerciais. A Ciser promoveu palestras sobre temas como nanotecnologia na fabricação de parafusos, a cargo da técnica tailandesa Alinsa Ho, e impacto da evolução automotiva sobre as tecnologias de fixação, com o diretor do Centro Tecnológico da indústria holandesa Nedschroef, Ferdinand Kasten. A empresa lançou, na feira, quatro produtos para selagem e vedação de juntas em obras de construção civil. O selante de poliuretano, por exemplo, pode ser aplicado em juntas de dilatação, na vedação e colagem de construções de alumínio, madeira, PVC, concreto e tijolo, entre outros materiais. Os produtos são importados da Europa e, segundo o gerente de marketing e novos negócios, Paulo Pastorelli, representam o primeiro passo na diversificação de produtos da Ciser, para além do fixador metálico.
Outra novidade é o IDTex, sigla para indicador direto de tensão exata, distribuído pela empresa joinvilense em parceria com a empresa americana Turnasure LCC. "É um produto de alto desempenho e amplamente utilizado em projetos avançados de estruturas metálicas em todo o mundo, permitindo uma relação custo/benefício superior às tecnologias convencionais de aperto", ressalta Paulo Pastorelli.
Assessoria de Imprensa
Publicação: 10/11/2011