Com a retomada da economia, as 49 empresas participantes do ranking da Fundação Dom Cabral registraram um aumento médio de 17,4% na sua transnacionalidade.
São Paulo - O índice 0,462 obtido pela Gerdau lhe rendeu o terceiro lugar no ranking. Uma queda, uma vez que a empresa foi a segunda colocada no ranking de 2010 e a primeira em 2009.
A Gerdau atua em 13 países além do Brasil. Seu processo de internacionalização começou em 1980, com a compra da siderúrgica Laisa no Uruguai. Atualmente, a empresa concentra 35,3% de sua receita, 58,0% de seus ativos e 45,3% de seus funcionários no exterior.
Os planos da Gerdau para o futuro contemplam investimentos de 560 milhões de reais em sua operação nos Estados Unidos até 2014.
São Paulo – Com índice de transacionalidade de 0,327, a empresa caiu da 5ª posição no ranking de 2010 para a 7° em 2011.
A Odebrecht concentrou 36,7% de sua receita, 25,8% de seua ativos e 35,6% de seus funcionários fora do Brasil em 2010.
A empresa começou sua internacionalização em 1979. Desde então, ela passou por 35 países, em quatro continentes.
São Paulo - A Vale ocupa o décimo lugar no ranking, com um índice de 0,292. A empresa concentra 23,3% de suas receitas, 43,5 de seus ativos e 20,9% de seus funcionários no exterior.
Com atuação em 37 países além do Brasil, ela é a transnacional brasileira com maior presença no exterior. "Há empresas enormes no Brasil e no exterior, mas que por serem muito grandes no país não se destacam na internacionalidade", disse Sherban Leonardo Cretoiu, Professor Coordenador do Núcleo de Negócios Internacionais da FDC.
A Vale tem destacada atuação na Ásia e na África, com 37,8% e 24,3% de índice de regionalidade (número de países em que atua na região dividido pelo número total de países em que a empresa está presente) nessas regiões, respectivamente. A Vale ocupou o 7° lugar do ranking em 2010 e o 4° em 2009.
Grandes Construções / Exame
Publicação: 29/07/2011