Raquel Massote
O presidente do grupo Gerdau, André Gerdau Johannpeter, avaliou ontem que o Brasil está preparado para o crescimento do consumo de aço nos próximos anos, que deverá ser puxado pelos investimentos nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Copa do Mundo de 2014, as Olimpíadas e a exploração de petróleo da camada pré-sal. De acordo com ele, as projeções são de que a capacidade instalada no País (para produção de aço) ainda será suficiente para suprir o incremento da demanda.
"Hoje a capacidade instalada no Brasil é de 41 milhões de toneladas e o consumo aparente vai ser de 19 milhões de toneladas. Para o ano que vem, a previsão é de quase 23 milhões de toneladas. Entre o consumo aparente e a capacidade tem quase 100% de sobra de aço", afirmou. Para o executivo, em
Recentemente o grupo retomou o projeto de um laminador de chapas grossas
Na unidade de Ouro Branco, também será retomada a expansão do laminador de perfis estruturais, com investimento de R$ 100 milhões, que deve ampliar a sua capacidade instalada anual de 540 mil toneladas para 700 mil toneladas em 2011. O aumento da produção visa abastecer as obras para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, assim como as demandas a serem geradas pela exploração do pré-sal, disse a Gerdau.
A Gerdau também informou que irá reiniciar a operação da Mina de Várzea do Lopes (MG), que deve atingir uma produção anual de 1,5 milhão de toneladas de minério de ferro. Somando a sua produção
O executivo participou hoje da cerimônia de Entrega do Prêmio Mineiro de Gestão Ambiental (PMGA), concedido pela União Brasileira para a Qualidade (UBQ), no Palácio da Liberdade,
Infomet / Agência Estado
Publicação: 04/12/2009