Em valor, as importações atingiram US$304milhões próximo aos US$313 milhões faturado pelas exportações de aço em março. Importações e exportações a níveis semelhantes são muito incomuns porque o Brasil é tradicionalmente um exportador de produtos de aço, com os embarques para o exterior normalmente mais de três vezes mais alto em termos de dólar do que as importações. Em volume, a relação de exportação/importação é normalmente 4.5:1
De acordo com analistas, a onda de alta nas importações deriva a partir dos preços domésticos extremamente altos do país, junto com a intensa demanda doméstica. As fontes principais foram a China (132.000t), Japão (45.000t), México (42.000t) e Rússia (37.000t), com BQ, BF e chapas grossas se colocando como os itens principais trazidos de fora.
Enquanto isso, as exportações brasileiras de bobinas laminadas a quente chegaram a 67.000t em março, 17% menos que em fevereiro, mas com um preço médio 6% mais alto a US$487/t fob, segundo as alfândegas. Os preços estiveram de acordo com janeiro. Os exportadores principais foram ArcelorMittal Tubarão(42.000t) e Usiminas/Cosipa (25.000t), enquanto os destinos principais foram a Ásia (28.000t) e América Latina (24.000t).
Um exportador líder disse que os mais recentes acordos para exportações de bobina laminada a quente foram fechados a US$740/t fob para graus comerciais básicos, para entrega em Junho/Julho. No mercado doméstico, o preço fob para bobinas laminadas a quente aumentou por 15% para R$1900/t, o equivalente a US$1100/t, e é esperado que suba um pouco mais porque o minério de ferro está ficando mais caro.
As exportações de placas em março cairam por 23% para 225.000/t, enquanto o preço médio aumentou por 8% para US$401/t. Os preços de exportação atuais para placas estão ao redor de US$640/t fob para graus comerciais básicos, acrescentou o exportador.
Infomet / CRU Steel News
Publicação: 16/04/2010