O Poder do Aço na Construction EXPO 2011
Segmento terá sua própria Vila, onde serão mostrados projetos inovadores, usando aço em várias etapas de obras

A Vila do Aço, um dos seis espaços temáticos da Construction Expo 2011, é uma parceria entre a Sobratema e o Instituto Aço Brasil (IABr). Com 2 mil m², a idéia da iniciativa é mostrar, num só local, as várias soluções em estruturas metálicas para a construção de casas, prédios, coberturas, passarelas e outras obras urbanas. O portfólio de soluções será uma vitrine para que empreendedores, arquitetos, engenheiros e demais profissionais ligados à construção civil conheçam o potencial do material aplicado em obras de vários tipos e complexidades.


A concepção do estande inovador conta com o patrocínio da ArcelorMittal, CSN, Gerdau, Sinobras, Usiminas, V&M do Brasil e Votorantim Siderúrgica, todas sob coordenação do IABr, que mapeou diferentes tipos de aplicação do aço, cobrindo desde sistemas como drywall até o engradamento metálico. O projeto da Vila do Aço engloba esses recursos em tamanho natural, justamente para recriar o uso do material. Além das construtoras e escritórios de projeto e de engenharia, a missão da Vila do Aço é evangelizar a nova geração de profissionais ligados à construção civil.

E o momento é bastante oportuno, uma vez que o Brasil vive um circulo virtuoso na economia e ainda apresenta um baixo consumo per capita por aço. O cruzamento desses dois fatores torna a Vila do Aço um fórum privilegiado para discussões. E não faltarão dados. De acordo com o IABr, o Brasil é o nono produtor mundial de aço e o primeiro no ranking da América Latina. O País possui 27 usinas siderúrgicas, distribuídas em dez Estados da federação. São 12 empreendimentos integrados e outros 15 semi-integrados, administrados por 13 empresas que dividem a produção local.

O faturamento do setor chegou a R$ 55,7 bilhões em 2009, gerando R$ 12 bilhões em impostos. A capacidade de produção, no mesmo ano, era de 42,1 milhões de toneladas e o Brasil produziu 26,5 milhões, praticamente a metade de toda a produção da América Latina. Cerca de 63,5 mil colaboradores diretos e outros 52,8 mil indiretos estão ligados à cadeia siderúrgica, de acordo com dados do IABr.

Setor investiu pesado nas últimas décadas

A importância da siderurgia brasileira pode ser medida pelo fato de ela representar 7,5% de todo o saldo comercial do País (2009), sendo que as exportações foram responsáveis pela demanda de 34% de toda a produção. Ao contrário de outros setores, a siderurgia tem margem de capacidade de produção para atender o crescimento da economia. Mais do que isso: tendo investido US$ 14 bilhões na modernização de seu parque entre 1994 e 2004, o segmento aplicou outros US$ 15,6 bilhões entre 2005 e 2009, esses para ampliar a capacidade produtiva.

Fonte:

Assessoria de Imprensa
Publicação: 08/08/2011

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