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Graxas para altas temperaturas e altas cargas

GRAXAS PARA ALTAS TEMPERATURAS

Uma das variáveis mais críticas observadas no campo da lubrificação industrial é a presença de elevadas temperaturas. Esta variável é comumente observada em locais onde há elevado atrito entre superfícies, o que ocasiona o aumento da temperatura superficial do elemento de máquina, bem como em aplicações onde há a necessidade de altas temperaturas para se fabricar um determinado produto, cotidianamente observadas em fornos de calcinação, rolamentos de cabeçote de extrusoras de polímeros, fornos para fabricação de massas, entre outros.

Para essas aplicações é necessário que o lubrificante possua composição adequada que o permita resistir tanto mecanicamente quanto quimicamente. Logo, o uso de componentes adequados favorecerá aumento na vida útil do lubrificante sem perder qualidade no processo de lubrificação.

Os óleos sintéticos, como o poliol éster e polieterperfluorado, são os lubrificantes mais comumente utilizados para este processo de lubrificação, pois apresentam elevada resistência à oxidação em altas temperaturas. De igual modo, as graxas indicadas para altas temperaturas são formuladas com os óleos anteriormente informados, com sabões espessantes como as poliuréias, e aditivos que promovam utilização da graxa por um longo período, resistindo aos efeitos da continua exposição a altas temperaturas.

Pensando no melhor para oferecer, a Lumobras formulou a graxa para alta temperatura PURIAX EXTREME PLUS que é uma graxa a base de óleo sintético, sabão poliuréia e aditivos, recomendada para aplicação em elementos de máquinas que operam com temperatura máxima e contínua de 230°C, de modo que as aplicações mais comuns onde a PURIAX EXTREME PLUS é utilizada são em rolamentos de cabeçotes de extrusora e rolamentos de carros de fornos.

Com a escolha de um lubrificante que possua composição adequada, a correta aplicação e o respeito aos prazos de relubrificação, seu equipamento ficará protegido e funcionará adequadamente.

GRAXAS PARA ALTAS CARGAS

Atender a atual demanda do mundo moderno requer equipamentos que funcionem continuamente e muitas vezes esses equipamentos são projetados para operar no limite das forças mecânicas suportadas por suas estruturas. Dessa maneira, existe uma vasta gama de aplicações onde altas cargas mecânicas, choques mecânicos, presença de vibração e movimentos intermitentes são comumente observados.

Além disso, a presença de altas cargas expulsa o lubrificante do local onde deve ser aplicado, o que facilita o contato metal contra metal gerando atrito e, por consequência, desgastes, aquecimentos e, em casos mais graves, quebra do equipamento. Essa variável, altas cargas, é comum em mineradoras e indústrias cimenteiras onde equipamentos como moinhos verticais e fornos rotativos processam uma enorme quantidade de matérias primas, de forma interrupta, até obterem o produto final.

Para assegurar que o equipamento funcione adequadamente e que a segurança dos operadores do equipamento seja mantida, o lubrificante utilizado deve possuir composição capaz de suportar altas cargas sem o rompimento do filme lubrificante que é formado na superfície do elemento lubrificado. E, para que isso ocorra, normalmente são utilizados óleos básicos de alta viscosidade, pois possuem bom comportamento mecânico frente a altas cargas, de modo que o filme lubrificante formado é capaz de absorver os choques mecânicos sem sofrer rompimento.

Outro componente utilizado para aumentar a desempenho dos lubrificantes para altas cargas são os aditivos do tipo EP (extrema pressão). Eles são utilizados devido ao aumento promovido na resistência do filme lubrificante e, também, por suas capacidades de suportar cargas elevadas. Além dos aditivos EP, sólidos lubrificantes – partículas sólidas diversas como o grafite e bissulfeto de molibdênio – também são empregados por formarem, por ação do atrito, uma película de lubrificantes secos que fica aderida na superfície metálica, a qual evita o contato direto entre metal-metal. Essa película de lubrificantes sólidos diminui atrito e, como consequência, desgastes e vibrações.

Diante do que foi discutido podemos concluir que uma graxa para alta carga deve possuir uma composição adequada quanto à viscosidade do óleo básico, presença de sólidos lubrificantes e aditivos EP. Como exemplo, podemos indicar a KRAFFT KGP 2/P, a qual é formulada especialmente para utilização por pulverização sobre engrenagens abertas ou semi-abertas de todos os tipos e dimensões como, por exemplo, em fornos de cimento e moinhos prensas, onde há elevadas cargas aplicadas e também, para engrenagens com problemas de vibrações, impactos, cargas e/ou temperaturas altas.

Com a escolha de um lubrificante que possua composição adequada, a correta aplicação e o respeito aos prazos de relubrificação, seu equipamento ficará protegido e funcionará adequadamente. Procure sempre um distribuidor de lubrificantes confiável.