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Lafaete pretende ampliar faturamento em 34% neste ano com serviços em steel frame

No ano passado, empresa construiu 140 mil metros quadrados em telhados, além de projetar e fornecer aço para construção de seis casas

Uma casa ecológica e confortável, construída em poucos dias e sem geração de resíduos ou uso de água. Esse é um processo possível quando aplicada a tecnologia de steel frame (“estruturas metálicas”, em tradução livre), uma das apostas da Lafaete, empresa especializada em soluções construtivas. Para este ano, a meta da empresa é de ampliar o faturamento em 34% na área.

steel frame utiliza, como principal material estrutural, o aço galvanizado, 100% reciclável, e garante, dentre suas vantagens, ótimo desempenho acústico, ampliação no espaço interno da obra e a não proliferação de fungos, mofo ou bolor. Propondo novas soluções às demandas do mercado, em 2018, a Lafaete participou em diversos projetos de telhados e de torres de casas e prédios residenciais, além de fornecer aço e projeto para diversas construções em steel frame. Segundo o diretor de Operações e de Engenharia da Lafaete, Edison Tateishi, foram investidos, ao longo do ano passado, cerca de R$ 1,5 milhão em compra de máquinas e de estrutura.

Econômica e ecologicamente mais viável do que os processos tradicionais, o steel frame está em crescimento no Brasil e no mundo. Somente no ano passado, a Lafaete desenvolveu 535 telhados em steel frame para prédios residenciais e cerca de 680 telhados para casas, totalizando aproximadamente de 140 mil metros quadrados. Além disso, a empresa forneceu aço e desenvolveu todo o projeto de seis casas utilizando a tecnologia, em um total de 900 metros quadrados. “Ainda estamos na fase de experimentar o mercado. Acredito que, em pouco tempo, haverá um bom aumento do investimento em steel frame”, prevê Tateishi.

O grande destaque do período foi uma empreitada inédita: em 2018, a Lafaete foi, pela primeira vez, responsável por todas as etapas da construção de uma casa em steel frame. “Na parte mais difícil do processo nós já temos experiência. Temos uma equipe bem estruturada para trabalhar nas fases de cálculo da estrutura e de transformação do plano arquitetônico em estrutural. Nossos maiores desafios, portanto, estavam mais relacionados à finalização da casa, como nas operações de acabamento e de revestimento”, revela Tateishi.

Desde 2013, quando a Lafaete adquiriu a primeira máquina voltada para a produção de steel frame, a empresa tem atendido a diversas demandas, como construção de casas, telhados, lojas e prédios verticais. “Até igreja já fizemos”, comenta o diretor de Operações e de Engenharia da Lafaete, referindo-se a um templo com capacidade para 700 pessoas montado em 90 dias pela empresa. “Apesar do cenário econômico, já conseguimos recuperar o investimento feito há cinco anos e temos obtido bons resultados.” 

Além da sustentabilidade, a rapidez na finalização do produto e a praticidade da montagem são outras vantagens do processo de steel frame. Nele, grande parte das operações ocorrem dentro da própria fábrica com a atuação de montadores em vez de pedreiros. “Isso é vantajoso porque o ambiente fabril oferece as condições ideais de ergonomia e de produtividade para os trabalhadores. Tanto os funcionários da Lafaete quanto a mão de obra terceirizada são treinados e acompanhados pela empresa”, defende o diretor. “Atualmente, consideramos 30 dias o tempo ideal para entregar uma obra em steel frame finalizada, mas temos, para o futuro, a meta de realizar esse processo em uma semana. No Canadá, há casas que ficam prontas em dois ou três dias; então, é possível.”

Sobre o mercado, Tateishi aponta que, no Brasil, começa a se formar um cenário favorável para esses produtos no que diz respeito à demanda e ao surgimento de novos concorrentes. “Eu trato a concorrência como uma parceria que ajuda a divulgar esse processo construtivo e a tornar o steel frame mais barato e acessível. Para as construtoras, o giro do capital será muito favorável também.”

Atualização constante: um investimento para o futuro

Além de investir em equipamentos de qualidade, a Lafaete se dedica a acompanhar constantemente as principais tendências do mercado de steel frame. “Desde que percebemos a ascensão da técnica, no início dos anos 2000, realizamos duas ou três viagens internacionais por ano para acompanhar o que tem sido discutido e desenvolvido ao redor do mundo. Também participamos de simpósios e nos associamos a organizações do setor, como a estadunidense Modular Building Institute”, pontua Edison Tateishi.

A aproximação com o conhecimento acadêmico foi outra das estratégias adotadas pela empresa, que estabeleceu parceria com universidades e organismos de representação. “Buscamos uma parceria com a Universidade de Alberta, no Canadá, para desenvolver alguns projetos na área de steel, como a automatização da engenharia e dos orçamentos da nossa fábrica. Já no Brasil temos parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e com a Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) para elaborar a homologação de alguns produtos de steel frame e a realização de protótipos.”

Esse movimento tem promovido a melhoria dos serviços oferecidos pela Lafaete, que oferece produtos cada vez mais alinhados com o padrão de qualidade internacional. “Nossa meta é oferecer soluções próximas ao que vemos nos Estados Unidos e no Canadá”, vislumbra Tateishi.

Sobre a Lafaete

Lafaete, criada em 1970 em Belo Horizonte (MG), atua nos segmentos de locação, fabricação e venda de equipamentos para construção civil, infraestrutura, mineração, alimentação, agricultura, indústrias em geral e eventos. Com sede em Belo Horizonte (MG) e nove filiais em sete Estados, a empresa tem cerca de 600 funcionários e possui fábrica com certificação ISO 9001. Informações em www.lafaetelocacao.com.br.

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