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Área mais carente da infraestrutura, saneamento só cobrirá país após 2060

Hoje, praticamente metade da população do Brasil, o equivalente a 100 milhões de pessoas, não tem acesso à coleta de esgoto. Pelo menos 35 milhões de brasileiros vivem sem abastecimento de água encanada nas periferias do país

O Brasil tem investido uma média anual de R$ 10 bilhões em ações de saneamento básico.

Esse valor representa menos da metade do previsto para que o país chegue a ter, até 2033, uma rede de cobertura nacional de água e esgoto, conforme prevê o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab).

Mantido o ritmo atual, dificilmente a universalização seria atingida até 2060, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

"O mais preocupante é que os investimentos caíram nos últimos dois anos", afirma Ilana Ferreira, especialista em infraestrutura da CNI.

Hoje, praticamente metade da população do Brasil, o equivalente a 100 milhões de pessoas, não tem acesso à coleta de esgoto.

Pelo menos 35 milhões de brasileiros vivem sem abastecimento de água encanada nas periferias do país.

A cada 100 litros de esgoto lançados diariamente no meio ambiente, 48 litros não são coletados. Cerca de 1,5 bilhão de metros cúbicos de esgoto coletado não é tratado.

Os dados expõem a fotografia do que há de pior na infraestrutura do país. Essa precariedade faz parte do dia a dia dos mais de 100 mil moradores da favela do Sol Nascente, no Distrito Federal. A 32 quilômetros de distância do Palácio do Planalto, saneamento básico é um mito.

MP do Saneamento

O governo aguarda a votação da Medida Provisória 868 para tentar colocar ordem no setor de saneamento, que hoje padece de uma gestão sem regras padronizadas entre municípios, Estados e União.

"Esse problema nunca terá solução se não adotarmos parâmetros únicos, que todos sigam. É isso que estamos buscando", diz Christianne Dias, diretora-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA),

As empresas têm estudado o assunto e garantem que seria possível fazer dinheiro com a prestação desses serviços em parte dos municípios do país, por meio de contratos de concessão.

Além disso, há efeitos colaterais benéficos. A estimativa é a de que, para cada R$ 1 investido em saneamento, gera-se retorno de R$ 2,50 ao setor produtivo.

Esgoto

Segundo Fernando Franco, presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (Abar), diz que esse pode ser um caminho positivo, mas lembra que a cobrança de tarifas de saneamento no Brasil ainda é tratada como assunto proibido por muitas prefeituras.

O Estado de SP

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