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Confiança dos empresários da construção recua em março

O Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção de Minas Gerais (Iceicon-MG) caiu 6,7 pontos entre fevereiro (62,9 pontos) e março (56,2 pontos). A despeito da queda, o indicador aponta empresários confiantes há cinco meses consecutivos, ao permanecer acima dos 50 pontos – fronteira entre confiança e falta de confiança.

O índice foi 6,2 pontos superior à sua média histórica (50,0 pontos), 5,4 pontos acima do verificado em março de 2018 e o mais elevado para o mês desde 2012 (62,5 pontos). Ressalte- se, contudo, a perda de ímpeto do indicador em relação aos patamares observados no final de 2018 e nos dois primeiros meses de 2019. O Iceicon nacional também recuou na comparação com fevereiro (63,3 pontos), marcando 59,8 pontos em março.

O Iceicon-MG é resultado da ponderação dos índices de condições atuais e de expectativas, que variam de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos apontam percepção de melhora na situação atual e expectativa positiva para os próximos seis meses, respectivamente.

O índice de condições atuais decresceu 6,1 pontos entre fevereiro (53,4 pontos) e março (47,3 pontos), e voltou a ficar abaixo da linha de 50 pontos. O resultado mostra que os construtores perceberam piora na situação atual dos negócios da sua empresa e da economia do estado. Contudo, o indicador superou em 2,1 pontos o verificado em março de 2018 (45,2 pontos) e foi o melhor para o mês em sete anos.

O indicador de expectativas dos empresários da construção para os próximos seis meses também caiu frente a fevereiro, em 7,0 pontos, registrando 60,7 pontos em março. Apesar do recuo, o índice apontou empresários otimistas pelo sexto mês seguido, ao permanecer acima dos 50 pontos. O resultado foi 7,2 pontos superior ao de março de 2018 e o mais elevado para o mês em sete anos

Empresários da construção reavaliam suas expectativas para os próximos seis meses

A Sondagem da Indústria da Construção de Minas Gerais apontou recuo mais intenso da atividade em fevereiro. O indicador de evolução do número de empregados, apesar da pequena melhora em relação a janeiro, continuou abaixo de 50 pontos, sinalizando queda do emprego.

Os construtores esperam avanço do nível da atividade, das compras de insumos e matérias-primas, dos novos empreendimentos e serviços e das contratações nos próximos seis meses. Ressalte-se, contudo, que os empresários do setor reavaliaram negativamente suas expectativas, o que resultou em menor otimismo e expressiva redução da intenção de investir frente à pesquisa anterior.

Desempenho da indústria da construção mineira

O indicador de atividade da Construção registrou 44,6 pontos em fevereiro, decréscimo de 1,4 ponto na comparação com janeiro (46,0 pontos). Ao distanciar-se da linha de 50 pontos – fronteira entre queda e aumento – o índice sinalizou retração mais acentuada da atividade. Apesar do recuo, o resultado foi 4,3 pontos superior ao apurado em fevereiro de 2018 (40,3 pontos) e o mais elevado para o mês desde 2013 (49,0 pontos).

O indicador de atividade em relação à usual caiu 5,5 pontos na passagem de janeiro (38,4 pontos) para fevereiro (32,9 pontos) e apontou nível de atividade inferior ao usual para o mês.

Em relação a fevereiro de 2018 (28,6 pontos), o índice avançou 4,3 pontos, e foi o mais alto para o mês em cinco anos.

O indicador de evolução do número de empregados aumentou 1,6 ponto frente a janeiro (40,7 pontos) e marcou 42,3 pontos em fevereiro. O resultado – inferior a 50 pontos – sinaliza queda do emprego. Contudo, o índice cresceu 6,6 pontos na comparação com fevereiro de 2018 e foi o melhor para o mês em cinco anos, mostrando que o recuo do emprego em 2019 foi menos acentuado do que em fevereiro de 2015 a 2018.

Expectativas da indústria da construção mineira

Os índices de expectativa demonstram a percepção dos empresários com relação à evolução do nível de atividade, dos novos empreendimentos e serviços, da compra de insumos e matérias-primas e do emprego para os próximos seis meses. Valores acima de 50 pontos apontam expectativas de elevação.

Os empresários da construção esperam, pelo quinto mês consecutivo, avanço do nível de atividade nos próximos seis meses, com índice de 54,5 pontos em março. Contudo, o indicador caiu 6,3 pontos em relação a fevereiro (60,8 pontos), após dois meses seguidos de crescimento. O índice avançou 2,0 pontos frente a março de 2018 e foi o melhor para o mês desde 2013 (54,7 pontos).

Acompanhando a expectativa de elevação da atividade, os empresários da construção projetam aumento das compras de insumos e matérias-primas, conforme índice de 54,5 pontos em março. No entanto, o indicador recuou 4,0 pontos em relação a fevereiro (58,5 pontos), depois de registrar crescimento por dois meses consecutivos. O índice aumentou 3,5 pontos contra março de 2018 (51,0 pontos) e foi o mais elevado para o mês em sete anos.

O indicador de novos empreendimentos e serviços permaneceu, pelo quinto mês sucessivo, acima de 50 pontos, e marcou 54,8 pontos em março. O índice recuou 1,7 ponto frente a fevereiro (56,5 pontos), mas avançou 2,3 pontos na comparação com março de 2018 (52,5 pontos), sendo o maior para o mês desde 2013 (56,0 pontos).

O indicador de evolução do número de empregados (56,1 pontos) mostrou, pelo quarto mês seguido, que os construtores esperam elevação das contratações no curto prazo. Porém, o índice recuou 2,9 pontos na passagem de fevereiro (59,0 pontos) para março (56,1 pontos), interrompendo uma sequência de cinco aumentos. O resultado foi 4,4 pontos superior ao de março de 2018 (51,7 pontos) e o mais elevado para o mês desde 2013 (57,3 pontos).

Intenção de investimento

Após significativo aumento ocorrido em fevereiro, o índice de intenção de investimento recuou 11,0 pontos em março (36,4 pontos), ficando próximo do patamar verificado em janeiro (36,6 pontos). Apesar da queda, o indicador foi o maior para março em cinco anos.

Custo da construção aumenta 0,10% em BH

O Custo Unitário Básico de Construção (CUB/m² - projeto-padrão R8-N) registrou alta de 0,10% em março e ficou 0,03 ponto percentual abaixo do mês anterior, cuja variação foi de 0,13%. Dentre os componentes do CUB/m² observou-se, em março, alta somente no custo com material (+0,25%). Os custos com a mão de obra, com as despesas administrativas e com o aluguel de equipamentos permaneceram estáveis. No primeiro trimestre do ano o CUB/m² aumentou 0,76%.

O custo do metro quadrado de construção em Belo Horizonte, para o projeto-padrão R8-N (residência multifamiliar, padrão normal, com garagem, pilotis, oito pavimentos-tipo e três quartos) que em fevereiro/19 era R$1.419,20 passou para R$1.420,58 em março/19. O CUB/m² é um importante indicador de custos do setor e acompanha a evolução do preço do material de construção, da mão de obra, da despesa administrativa e do aluguel de equipamento. É calculado e divulgado mensalmente pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), de acordo com a Lei Federal 4.591/64 e com a Norma Técnica NBR 12721:2006 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Na composição do CUB/m² (projeto-padrão R8-N) a mão de obra representou, em março, 56,18% do custo total, os materiais de construção responderam por 39,71% e as despesas administrativas/aluguel de equipamentos foram responsáveis por 4,11%.

Em março os materiais que apresentaram aumentos em seus preços foram: areia (+3,33%), fio de cobre antichama (+2,33%), aço CA 50 10mm (+1,95%), bacia sanitária branca (+1,95%), tinta látex (+1,43%), e brita (+1,41%).

Apesar destes aumentos o coordenador sindical do Sinduscon-MG, economista Daniel Furletti destaca: “Os aumentos nos preços dos materiais de construção ainda estão acontecendo de forma pontual e não generalizada. Mas, mesmo assim, alguns insumos destacam-se por altas expressivas e, por isso, é importante acompanhar. Do total dos itens pesquisados 26,92% registraram elevação, 61,54% mantiveram seus preços e 11,54% registraram queda. Apesar Construção Civil ter voltado a gerar vagas com carteira assinada, conforme demonstra os dados do CAGED/Ministério da Economia, o setor ainda está com um ritmo baixo de atividades. No primeiro bimestre de 2019, a Construção Civil foi responsável pela geração de 5.326 novas vagas com carteira assinada na Região Metropolitana de Belo Horizonte, sendo que o seu número de trabalhadores formais passou para 125.919 em fevereiro/2019. Entretanto, em fevereiro/2014, por exemplo, esse número era muito superior: 175.211.

Acumulado no primeiro trimestre de 2019 – Nos primeiros três meses do ano o CUB/m² (projeto-padrão R8N) registrou alta de 0,76%. Já o custo com material aumentou, neste período, 0,74% e o custo com a mão de obra cresceu 0,82%. Os custos com as despesas administrativas e com o aluguel de equipamentos ficaram estáveis. Os materiais que registraram as maiores elevações de preços neste período foram: areia (+6,90%), brita (+5,88%), aço CA 50 10mm (+4,87%), tubo de PVC rígido reforçado para esgoto – 150mm (+4,84%) e registro de pressão cromado (+3,37%).

Acumulado nos últimos 12 meses (abril/18 – março/19): Nos últimos 12 meses o CUB/m² (projeto-padrão R8-N) registrou alta de 6,09%, o que foi reflexo das seguintes variações: 5,38% no custo com material de construção, 7,03% no custo com a mão de obra, 0,20% nas

As despesas administrativas e 6,71% no aluguel de equipamentos. Os materiais que apresentaram as maiores elevações em seus preços nos últimos 12 meses foram: porta interna semi oca para pintura (+21,57%), emulsão asfáltica (+20,77%), aço CA 50 10mm (+19,71%), bacia sanitária branca com caixa acoplada (+18,62%) e tubo de ferro galvanizado com costura 2 ½” (+18,47%).

Evolução do CUB Global/ Material/ Mão de Obra - Projeto-padrão R8-N

Mês/Ano

% CUB Global

% Custo Material

% Custo Mão de obra

Mês/Ano

%

CUB Global

% Custo Material

% Custo Mão de obra

Jan./18

0,25

0,39

0,00

Jan./18

0,53

0,18

0,82

Fev.

0,14

0,35

0,00

Fev.

0,13

0,32

0,00

Mar.

0,25

0,38

0,00

Mar.

0,10

0,25

0,00

Abr.

1,45

0,09

2,53

Abr.

 

 

 

Maio

0,17

0,44

0,00

Maio

 

 

 

Jun.

0,49

1,22

0,00

Jun.

 

 

 

Jul.

0,30

0,72

0,00

Jul.

 

 

 

Ago.

0,31

0,76

0,00

Ago.

 

 

 

Set.

0,13

0,33

0,00

Set.

 

 

 

Out.

0,11

0,28

0,00

Out.

 

 

 

Nov.

0,18

0,45

0,00

Nov.

 

 

 

Dez.

2,05

0,23

3,53

Dez.

 

 

 

Fonte e elaboração: Assessoria Econômica/Sinduscon-MG.

Resultado do CUB/m² desonerado

O CUB/m² desonerado aumentou 0,10% em março/19, acumulando alta de 0,85% nos três primeiros meses do ano e 6,80% nos últimos 12 meses (abril/18- março/19).

A metodologia de cálculo do CUB/m² e do CUB/m² desonerado é a mesma, ou seja, ambos seguem as determinações da Lei Federal 4.591/64 e da ABNT NBR 12.721:2006. A diferença encontra-se no percentual de encargos sociais incidentes sobre a mão de obra. No CUB/m² que não considera a desoneração da mão de obra, os encargos previdenciários e trabalhistas (incluindo os benefícios da Convenção Coletiva de Trabalho) totalizam 189,03%. Já no CUB/m² desonerado, os encargos previdenciários e trabalhistas (também incluindo os benefícios da Convenção Coletiva) somam 158,82%.

Sugestão de fonte:

Economista e coordenador sindical do Sinduscon-MG, Daniel Furletti

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