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Por dentro dos Módulos Operacionais

Está difícil entender o que são esses tais módulos operacionais que estão tomando forma nos aeroportos do país? Não tem problema! A seguir, você confere mais detalhes sobre os MOPS.

O que são?

Os módulos operacionais são uma solução provisória para os gargalos dos aeroportos brasileiros.  Tal solução foi eleita com a finalidade de trazer maior conforto aos passageiros, durante as obras de reformas dos aeroportos, já que essas não inviabilizarão a operação dos terminais. Os MOPS possibilitarão a transferência de serviços, oferecendo banheiros, salas de embarque e salas de check-in.
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Características técnicas dos MOPS

São construções temporárias, com durabilidade entre 10 e 15 anos. Construídos em aço, os módulos terão piso elevado e devem proporcionar a flexibilidade de uso das áreas. Por serem construídos a partir de materiais e técnicas, terão o custo da instalação racionalizado e a manutenção facilitada. Os MOPS devem viabilizar eficiência de conforto térmico e acústico, priorizando economia energética para os sistemas de iluminação e apresentando níveis de ruído interno não superior a 65 dB. Para a construção, deve-se utilizar elementos de vedação e cobertura termoisolantes, e optar por esquadrias e elementos resistentes a vibrações. Os módulos devem também ser integrados aos sistemas existentes, promovendo conforto, bem estar, segurança e acessibilidade aos passageiros.

Vantagens

(Clique para ampliar)As vantagens em se optar pelos módulos operacionais resumem-se em duas palavras: tempo e custo, sendo o primeiro o fator predominante da escolha. A economia de tempo proporcionada pelos MOPS se dá devido ao uso de estruturas metálicas em sua concepção. “O aço terá papel fundamental na construção dos módulos. Nossos projetistas tem a instrução de utilizar o máximo possível de elementos pré-fabricados devido à rapidez”, comentou o Diretor de Engenharia e Meio Ambiente da Infraero, Jaime Henrique Caldas Parreira, em um congresso sobre a infraestrutura de transportes para a Copa 2014, realizado no mês de agosto, em São Paulo. O cronograma executivo para o Módulo Operacional prevê a conclusão dos serviços em aproximadamente 150 dias.

Quanto ao custo, calcula-se que o preço médio do metro quadrado do módulo operacional seja 2.500 reais, enquanto o valor para a construção da infraestrutura definitiva gire em torno de 8 mil reais por metro quadrado.“Essa é uma solução de engenharia de baixo custo, adotada em vários aeroportos do mundo, que irá dar fôlego para fazermos as reformulações e modificações necessárias”, ressaltou o diretor da Infraero, na mesma ocasião.

Exemplificando...

"É uma solução temporária, intermediária. Não se trata de um puxadinho, e sim uma solução que atende a demanda”. – Jonas Maurício Lopes, Superintendente de Estudos e Projetos de Engenharia da Infraero.

“É uma alternativa de baixo custo, não é a solução. É para dar fôlego”, Jaime Henrique Caldas Parreira, Diretor de Engenharia e Meio Ambiente da Infraero.

Se são uma construção temporária, um puxadinho ou um fôlego a mais, não vem ao caso. O fato é que os módulos operacionais chegaram ao Brasil para ficar, pelo menos até a Copa 2014. Já tendo sido implantados em diversas partes do mundo, como no caso dos aeroportos de Lisboa, Bruxelas e Cidade do Cabo, os módulos começam a aparecer por aqui. Acompanhe!

Florianópolis

O Aeroporto Internacional de Florianópolis foi o primeiro a receber os módulos operacionais. A instalação do módulo foi feita durante a temporada de veraneio 2008/2009, sem transtornos aos passageiros. A ampliação das salas de embarque e desembarque foi inaugurada em abril de 2009 e aumentou o espaço disponível em mil metros quadrados.

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Brasília

Iniciada no dia 9 de julho de 2010, a implantação dos módulos operacionais em Brasília já está em fase final. Com 1200 metros quadrados, a infraestrutura tem como principal função atender aos passageiros que embarcam no aeroporto da capital federal enquanto não são concluídas as obras de reforma e ampliação do terminal de passageiros e do sistema de pistas e pátio. Previstos para o mês de setembro, os módulos vão oferecer quatro novas salas de embarque, aumentando a capacidade do aeroporto para 800 mil passageiros/ano. A solução custou R$ 2,9 milhões.

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Guarulhos

Para o maior aeroporto brasileiro, a Infraero reservou a maior fatia do bolo: até 2014 serão investidos 952 milhões em Cumbica. O resultado promete ampliar em cerca de 40% a capacidade/ano do aeroporto de Guarulhos. Essas obras compreendem a ampliação do sistema de pátio e pista – orçada em R$ 232,5 milhões e já em execução por meio de convênio com o Exército Brasileiro; construção de pista de taxi (R$ 10 milhões); instalação de dois Módulos Operacionais, orçados em R$ 55,7 milhões; e construção do terceiro Terminal de Passageiros (Fase 1), orçada em R$ 653,8 milhões. De acordo com o Diretor de Engenharia e Meio Ambiente da Infraero, Jaime Henrique Caldas Parreira, Cumbica é a “joia da coroa”. Confira, nas tabelas a seguir, a transformação de Cumbica.

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Fonte:

Portal Met@lica
Imagens: Infraero

     

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