A Fundação Vanzolini, detentora da Certificação da Alta Qualidade Ambiental - AQUA, esta presente na Ambiental Expo 2010 - 2ª Feira Internacional de Equipamentos e Soluções para o Meio Ambiente - apresentando o protótipo de uma casa térrea com 40m², idealizada pela Fundação Vanzolini e Inovatech Engenharia e projetada pelo arquiteto Rodrigo Mindlin Loeb.
A Casa Aqua – patrocinada pela Leroy Merlin -, foi concebida para demonstrar, na prática, possibilidades de soluções que atendam aos critérios do Referencial Técnico de Certificação da Construção Sustentável - Processo Aqua. Com valor orçado em R$ 1 mil por m², a execução de uma casa similar custará R$ 40 mil.
Na ocasião, os visitantes terão a oportunidade de conhecer um projeto que integra vários sistemas e materiais e que pode diminuir os impactos das construções no meio ambiente e proporcionar mais conforto e saúde ao usuário. Também, vão poder conferir, em escala real, sistemas como o reaproveitamento de água de chuva, equipamentos que reduzem o consumo de energia, utilização de energia solar e de produtos e materiais recicláveis, entre outros.
Segundo o coordenador executivo do Processo AQUA na Fundação Vanzolini, o professor Manuel Carlos Reis Martins, a habitação certificada é mais saudável e confortável, pois além de controle de ruído, calor, odores, qualidade do ar, da água e dos ambientes, privilegia a iluminação natural. “Na medida em que o setor evolui, cresce também a preocupação com o meio ambiente e com o bem-estar das pessoas. Nossa intenção é oferecer uma certificação que atenda às necessidades do mercado brasileiro e demonstre, de maneira inequívoca, a qualidade ambiental e de conforto e saúde da edificação”, destaca.
O engenheiro Luiz Henrique Ferreira, diretor da Inovatech, líder no mercado nacional de consultoria para Certificação Aqua, explica que na faixa de mercado de residências de 40m² o preço é um fator importante. “Por isso, uma das metas da Casa Aqua é demonstrar que a preocupação com a sustentabilidade e a certificação de um projeto não são necessariamente dispendiosos. Se o projeto for bem executado e racionalizado, o custo da construção sustentável pode ser similar ao de uma edificação convencional, sem aumento de custo de construção”, explica Luiz Henrique.
2. Dentro do item gestão de energia, a norma prevê o uso de equipamentos com o Selo Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica), além de lâmpadas economizadoras e iluminação das áreas comuns com sensores de presença (a lâmpada só acende se alguém está no ambiente).
3. Previsão de locais para coleta de resíduos nas áreas externas dos empreendimentos.
4. Sistema de Tubulações do lado externo da casa: facilita a manutenção.
5. Sistema de reutilização de água de chuva: dependendo dos índices pluviométricos, e da área de captação, uma casa pode economizar 50% no consumo de água fornecida pela concessionária e utilizá-la na rega de jardins e descarga nos sanitários.
6. Uso de bacia sanitária com caixa acoplada, que gasta de
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Mas foi por meio de convênio, firmado em 2008, com a Cerqual, integrante do Grupo Qualitel (organismo francês de certificação de empreendimentos habitacionais sustentáveis na França), que a Fundação desenvolveu o Referencial Técnico de Certificação (conjunto de normas) do Processo AQUA para Edifícios Habitacionais no Brasil, disponibilizando-o agora ao mercado.
Fonte:
Assessoria de Imprensa Leroy Merlin
Publicação: 27/04/2010