Em resposta à nota publicada em 3 de fevereiro, cujo título é 'Importação do aço “salva” mercado', o vice-presidente executivo do Instituto Aço Brasil - IABr, Marco Polo de Mello Lopes, diz que “é entendimento do Instituto Aço Brasil que as declarações sobre falta de aço no mercado interno são desprovidas de qualquer sentido de verdade".
De acordo com Lopes, o setor operou em 2009 com média de 50% a 60% de sua capacidade instalada e só mais recentemente conseguiu melhorar seu desempenho devido às medidas de acesso ao crédito e estímulo ao consumo que o governo promoveu para os setores consumidores de aço. O excedente de capacidade instalada do mercado interno é de 103%.
"Comentários que se referem às importações como salvadoras do mercado interno só podem ter por objetivo justificar operações que passaram a ser desinteressantes diante da recente apreciação do dólar. As importações que têm ocorrido fazem parte da movimentação de mercado e quase sempre com cunho mais especulativo, em função das condições do mercado interno”, justifica.
InfoMet
Publicação: 05/02/2010