O agregado siderúrgico, formado pela escória gerada durante a fabricação do aço na Usiminas, vem sendo empregado para pavimentar algumas ruas das cidades da região. Ele começou sendo usado para compactar o pavimento das vias internas da Usina de Cubatão e deixou os limites da siderúrgica para asfaltar as vias públicas porque ajuda a preservar o meio ambiente.
Boa parte do material utilizado na pavimentação é feito de agregado siderúrgico ou escória de aciaria processada, tipo de coproduto gerado durante a fabricação do aço. O agregado siderúrgico também contém escória, só que são acrescentados outros componentes.
Além de não poluir, segundo demonstrações técnicas avaliadas por auditorias externas à siderúrgica, o preço do agregado é em média 50% menos que o da brita (pedra de sub-base usada na compactação rodoviária). E é mais resistente. Quando o agregado siderúrgico é utilizado para pavimentação, suas características garantem maior economia de material. Em comparação com outros produtos, ele apresenta maior durabilidade e resistência.
"A estratégia da Usiminas para convencer a utilização do agregado é excelente para o meio ambiente, pois preserva os recursos naturais. O produto que substitui a brita natural, extraída em pedreiras, e ainda colabora com as empresas parceiras, que têm a oportunidade de adquirir um produto de qualidade e a baixo custo", comemora o engenheiro metalurgista da siderúrgica, Antonio Malynowskyj.
De acordo com ele, encontrar aplicações para a escória e reaproveitá-la, tornando-a um agregado siderúrgico, sempre foi uma meta da Usiminas, iniciada em meados da década de 90 e intensificada nos últimos anos. Além da pavimentação, o agregado siderúrgico pode ainda ser utilizado em ferrovias, garantindo maior estabilidade do lastro e dos dormentes, e em obras que necessitam de aterramento, devido ao seu alto poder de compactação.
No ano passado, foram geradas 455 mil toneladas do coproduto agregado siderúrgico em Cubatão. Desse total, 221 mil toneladas foram processadas para comercialização como base e sub-base na pavimentação de ruas e estacionamentos. As toneladas restantes foram utilizadas na própriaUsinaemvias,namanutenção do lastro ferroviário e nas obrasdeengenharia.
"Estamos agindo com práticas de sustentabilidade e, além dos benefícios ambientais, há também benefícios sociais ao permitir que as prefeituras adquiram um produto de qualidade e baixo custo e econômico", afirma o analista de Meio Ambiente, Rafael Costa Nascimento, responsável pela gestão ambiental desses materiais na usina.
O agregado siderúrgico, formado pela escória gerada durante a fabricação do aço na Usiminas, vem sendo empregado para pavimentar algumas ruas das cidades da região. Ele começou sendo usado para compactar o pavimento das vias internas da Usina de Cubatão e deixou os limites da siderúrgica para asfaltar as vias públicas porque ajuda a preservar o meio ambiente.
Boa parte do material utilizado na pavimentação é feito de agregado siderúrgico ou escória de aciaria processada, tipo de coproduto gerado durante a fabricação do aço. O agregado siderúrgico também contém escória, só que são acrescentados outros componentes.
Além de não poluir, segundo demonstrações técnicas avaliadas por auditorias externas à siderúrgica, o preço do agregado é em média 50% menos que o da brita (pedra de sub-base usada na compactação rodoviária). E é mais resistente. Quando o agregado siderúrgico é utilizado para pavimentação, suas características garantem maior economia de material. Em comparação com outros produtos, ele apresenta maior durabilidade e resistência.
"A estratégia da Usiminas para convencer a utilização do agregado é excelente para o meio ambiente, pois preserva os recursos naturais. O produto que substitui a brita natural, extraída em pedreiras, e ainda colabora com as empresas parceiras, que têm a oportunidade de adquirir um produto de qualidade e a baixo custo", comemora o engenheiro metalurgista da siderúrgica, Antonio Malynowskyj.
De acordo com ele, encontrar aplicações para a escória e reaproveitá-la, tornando-a um agregado siderúrgico, sempre foi uma meta da Usiminas, iniciada em meados da década de 90 e intensificada nos últimos anos. Além da pavimentação, o agregado siderúrgico pode ainda ser utilizado em ferrovias, garantindo maior estabilidade do lastro e dos dormentes, e em obras que necessitam de aterramento, devido ao seu alto poder de compactação.
Infomet / A Tribuna
Publicação: 19/04/2011